terça-feira, 18 de junho de 2013

Aprovados na inspeção veicular em SP já podem solicitar reembolso


Olá!

Os motoristas da capital paulista aprovados na inspeção veicular deste ano já podem receber de volta a taxa paga para fazer o teste. A partir de 2014, os veículos que não precisarem refazer o teste serão isentos. Para fazer o cadastro para o reembolso, é preciso visitar o site da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (https://www3.prefeitura.sp.gov.br/devolucao/). O montante será creditado na conta corrente do proprietário.

Para conseguir o reembolso, o veículo não pode estar inscrito no Cadastro Informativo Municipal (Cadin) e não pode ter débito vencido do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) ou de qualquer multa por infração de trânsito lavrada no país. O licenciamento também deve estar regularizado.
Os motoristas da capital paulista aprovados na inspeção veicular deste ano já podem receber de volta a taxa paga para fazer o teste. A partir de 2014, os veículos que não precisarem refazer o teste serão isentos. Para fazer o cadastro para o reembolso, é preciso visitar o site

De acordo com o decreto 53.989, publicado na sexta-feira (14) no Diário Oficial do município, o plano deverá ser revisto, no mínimo, a cada três anos, podendo os órgãos responsáveis estabelecer intervalo menor entre as revisões. Os proprietários de veículos poderão solicitar o reembolso do valor pago para o serviço em 2013 e, a partir de 2014, motoristas serão isentos do pagamento, desde que o veículo não tenha que refazer o teste.

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), regulamentou a lei que define as novas regras para o Plano de Controle de Poluição Veicular e do Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos em Uso do Município.

Também a partir de 2014, os veículos novos não precisarão passar por inspeção nos três primeiros anos, incluindo o ano em que o primeiro licenciamento foi ou deveria ter sido realizado. A liberação, entretanto, não vale para veículos novos a diesel, que continuarão obrigados à inspeção anual.
Após três anos de uso, os veículos farão a vistoria a cada dois anos. A inspeção passará a ser anual a partir do nono exercício, quando o carro já tiver dez anos de uso.

A inspeção veicular também passa a ser obrigatória para carros de fora de São Paulo que circulem na capital paulista por mais de 120 dias por ano. A fiscalização deverá ser feita por radares inteligentes e os proprietários terão de pagar pelo serviço.

O prefeito quer estancar a perda de recursos por parte da Prefeitura provocada pelo licenciamento de veículos em cidades vizinhas. O licenciamento na Grande São Paulo é uma forma encontrada por proprietários de veículos para fugir da inspeção veicular.

O regime de concessão da vistoria dos veículos - atualmente operado pela Controlar – será trocado e prevê o credenciamento de empresas a serem escolhidas por licitação. Haddad chegou a dizer que a Controlar é uma empresa caça-níquel.

O Executivo será responsável pelo plano de controle da poluição veicular, de acordo com as regras atribuídas pelo governo estadual. A inspeção não é obrigatória nos demais municípios do estado e existe um projeto que trata o assunto sendo analisado na Assembleia Legislativa.

O programa deverá ser periodicamente avaliado e revisto a cada três anos, no mínimo. Entre os itens avaliados estão: a frota-alvo dos veículos conforme embasamentos técnicos e legais; a vinculação com o sistema estadual de registro; a periodicidade da inspeção; a análise econômica e a integração com outros programas de inspeção.

O texto diz que os fabricantes de veículos deverão comprovar os limites de emissão de poluentes e disponibilizar nas redes de assistência técnica vinculadas os equipamentos e funcionários habilitados para diagnosticar eventuais problemas de regulagem de motores e emissão de poluentes que circulem na cidade de São Paulo.

Fernando

Fonte: Aprovados na inspeção veicular em SP já podem solicitar reembolso. G1 São Paulo. Disponível em http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/06/aprovados-na-inspecao-veicular-em-sp-ja-podem-solicitar-reembolso.html, acesso em 18 de junho de 2013, às 07h30

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Município é condenado a indenizar casal por acidente


Olá!

Quando um acidente está relacionado à falta de manutenção de uma via pública o poder executivo deve ser responsabilizado por omissão. Com esse entendimento, o município de São Gonçalo (RJ) foi condenado ao pagamento de R$ 14,5 mil, por indenização de danos morais e materiais a um casal. A sentença, da 5ª Vara Cível da Comarca de São Gonçalo, foi proferida no dia 19 de abril pela juíza Kátia Torres.

Em 11 de fevereiro de 2008, o casal seguia de carro com a filha pela Avenida Maricá, uma das principais vias da cidade, quando, ao tentar desviar de um buraco no meio da pista, o veículo capotou e bateu em um ônibus. Embora sem sequelas graves, mãe e filha permaneceram hospitalizadas por alguns dias.

“Se o município cumprisse com seu dever de manter as vias públicas sempre em boas condições, evitaria muitos acidentes como o que ocorreu no presente caso”, afirma a sentença. Para a magistrada, a “omissão específica” do município pode ser identificada “no seu dever de administração e conservação das vias situadas em seu território”. 

Em sua defesa, o município sustentou que o motorista foi culpado pelo acidente por não conduzir seu veículo “de forma prudente”. Apesar disso, não apresentou nenhuma prova documental que embasasse essa afirmação. Ainda segundo o município, os autores da ação não comprovaram o nexo causal entre o dano e “qualquer ação/omissão” do executivo municipal.

Para a juíza, a cópia do jornal que noticiou com destaque o acidente, trazida pelos autores da ação, é prova suficiente porque "corrobora a alegação de que existia um buraco na pista".

Ela citou ainda, em sua decisão, o jurista Sérgio Cavalieri Filho, para quem o Estado tem “o dever de evitar” o dano. “Caso esteja obrigado a agir, haverá omissão específica e a responsabilidade será objetiva; será suficiente para a responsabilização do Estado a demonstração de que o dano decorreu da sua omissão,” conclui.

O ressarcimento pelo dano material foi estimado a partir da diferença entre o valor de tabela do carro (R$ 5,8 mil) e os R$ 1,3 mil que o autor recebeu do ferro velho pelo que restou do veículo. Já a indenização por dano moral, calculada em R$ 5 mil para cada parte autora, seguiu a jurisprudência do próprio Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Para o advogado, que representou os autores da ação, diante da evidência de omissão do poder público, cuja obrigação é fazer a manutenção nas vias urbanas, basta à vítima comprovar o nexo causal.

“Embora o Estado não possa estar em todos os locais, deveria prever que uma ‘cratera’ no meio da rua traria não somente a perda do veículo, mas o risco à integridade física das pessoas, razão pela qual o valor da condenação por danos morais deve ser reconhecido”, argumenta.

Fernando

Fonte: Município é condenado a indenizar casal por acidente. Pinto, Marcelo. Revista Consultor Jurídico. Disponível em http://www.conjur.com.br/2013-jun-12/municipio-condenado-indenizar-casal-acidente-via-publica, acesso em 14 de junho de 2013, às 15h40

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Motos mais potentes forçaram evolução de pneus. Saiba escolher.

Olá!


Motociclista longe do chão depende de pneus bem "plantados" nele. As reduzidas dimensões das duas áreas nas quais a motocicleta se apoia justificam a crítica importância dos pneus para uma moto. Não à toa, em mais de 100 anos da evolução da motocicleta, os pneus se desenvolveram de modo extraordinário.
Desde o simples revestimento de couro aplicado a aros de madeira ao surgimento do primeiro pneumático, desenvolvido pelo escocês John Boyd Dunlop, no fim do século XIX, a dirigibilidade dos veículos de duas rodas se transfigurou.

Uma vez estabelecida a base da invenção – uma estrutura de borracha vulcanizada com um tubo inflado de ar em seu interior – o progresso dos pneus caminhou da simples melhoria dos materiais usados à criatividade dos desenhistas das bandas de rodagem, nome dado à parte que entra em contato com o piso.

Foi após a Segunda Guerra, no fim dos anos 40, que a necessidade de meios de transporte baratos em uma Europa com estradas destroçadas resultou na escalada da indústria de motos e fez os pneus evoluírem fortemente.

A possibilidade de adotar tecnologias nascidas para uso militar e desenvolvidas no campo de batalha se revelou fundamental. Um grande passo veio do progresso da indústria têxtil, com a adoção de fibras sintéticas, como o nylon, na fabricação das carcaças dos pneus. Em substituição às fibras naturais, polímeros aplicados à estrutura aumentaram a resistência e durabilidade.
Pneu de moto de 1923 (Foto: Divulgação/BMW)
Pneu de moto de 1923 (Foto: Divulgação/BMW)

Carros roubam espaço
O progresso no pós-guerra foi rápido. Potência e velocidade foram tornando a tarefa dos pneus cada vez mais difícil: melhores motos rodavam em estradas mais bem pavimentadas, e a dificuldade maior foi gerir a velocidade das novas motos e o estresse advindo dela.

No final dos anos 1950, a tecnologia praticamente estagnou. De grande vetor de transporte, as motos foram gradualmente perdendo status e mercado, numa crise provocada pelos primeiros carros verdadeiramente populares, que ofereciam proteção contra o tempo ruim e maior status.

Somente na virada dos anos 1960 para os 1970 as motocicletas começaram a reconquistar clientes, mas de um tipo diferente: em vez dos necessitados em transporte vieram as pessoas em busca de lazer, emoção e prazer ao guidão.
 
Velocidade vira problema
Tal virada, obra e arte da indústria japonesa, teve como emblema aquela que é considerada a primeira "superbike" de que se tem notícia, uma moto que quebrou paradigmas em todas as áreas, até hoje vista como modelo que estabeleceu o "norte" da nova ordem mundial sobre duas rodas: a Honda CB 750 Four.
Honda CB 750 Four (Foto: Divulgação)
Honda CB 750 Four (Foto: Divulgação/Honda)

Mas havia problemas neste "sonho" sobre duas rodas. Pneus e a parte ciclística (chassi-suspensões-freios) estavam aquém da excelência do motor, capaz de levar a Four a 200 km/h facilmente. Pergunte aos que tiveram a honra de tocar uma dessas máquinas o que os aparentemente poucos (para os padrões atuais) 67 cavalos de potência associados aos 220 kg em ordem de marcha causavam em termos de dirigibilidade.

Os "sapatos finos" tanto na roda dianteira quanto na traseira desta CB 750, mais estreitos do que os que equipam uma Honda CB 300R atual (que tem 2,5 vezes menos potência) determinavam uma pilotagem inconsequente para conseguir extrair o desempenho que o poderoso motor era capaz de jogar na roda.

Então, a "luz vermelha" no painel da indústria dos pneus acendeu, com os fabricantes concluindo que uma nova era havia chegado. Muito trabalho precisava ser feito para dar à Four e aos seus futuros pares a capacidade de estar à altura de tanta potência, levando em conta durabilidade e, é claro, segurança.
 
Mais pesados
O primeiro e mais bobinho dos problemas foi tentar conter a deformação do pneu causada pela força centrífuga. Girando a 200 km/h ou mais, não só ocorre uma deformação natural, que tende a aumentar o diâmetro dos pneus, como há o risco de o pneu se soltar do aro. Para contornar isso, reforçar a estrutura foi a solução básica, mas... a que preço?
Pneus radiais e diagonais (Foto: Divulgação/Michelin)
Pneu radial (azul e verde) mostra estrutura interna
acompanhando a banda de rodagem. No pneu
diagonal (vermelho e amarelo), a carcaça forma
ângulos (Foto: Divulgação/Michelin)
 
Estrutura mais robusta implica em reforço, e também em maior peso. O peso é ladrão da energia necessária para fazer a roda girar, e logo veio à tona o antagonismo entre engenheiros sedentos por mais cavalos no motor e engenheiros fazendo pneus pesados, roubando-lhes potência.

Outro aspecto problemático era a alta temperatura decorrente do atrito causado pela velocidade elevada. Como é fácil intuir, borracha quente amolece e gasta mais. Além disso, há degradação nos compostos utilizados na banda de rodagem nessa brincadeira de "esquenta-esfria".
 
Pneus radiais
Em meados da década de 1980 surgiram pneus com carcaça radial. Destinados especificamente às motos de corrida, eles logo chegaram aos modelos de grande performance de produção em série.

Esse tipo de pneu conseguiu reduzir a deformação da carcaça a níveis inferiores aos dos convencionais, ditos diagonais (ainda usados pela maioria das motos de pequena e média cilindrada), porém, mantendo a necessária flexibilidade.

Além disso, diminuiu o peso, aumentou a performance e a durabilidade, já que, com menor deformação, a temperatura também caiu.
   

A 'receita' do pneu
O ar do pneu, seja ele do tipo com câmara de ar (mais comum) ou "tubeless" (sem câmara) é um silencioso, mas importante coadjuvante.

Além dele, o mais importante elemento na efetiva eficiência é o tipo de composto usado na área que entra em contato com o solo. Borracha? O que encosta no asfalto dos pneus de hoje não merece ser chamado simplesmente de "borracha". Trata-se de uma especialíssima mistura de componentes – daí o nome “composto”.

Ele é, talvez, o segredo mais bem guardado de todo o fabricante. Em modelos mais elaborados, os pneus radiais, destinados a motos de alta performance, uma mesma banda de rodagem tem dois ou até três tipos de compostos diferentes.

Geralmente na parte central do pneu, o material utilizado é mais duro, o que proporciona maior poder de tração com menor desgaste. Nas laterais, há "borracha" mais macia, justamente visando oferecer maior aderência na sempre crítica fase da curva, onde o chamado "ombro" do pneu é submetido ao esforço de não apenas manter a trajetória, suportando a força "G" decorrente da curva como, no caso do pneu traseiro, realizar a transferência de potência ao solo.

Já ao pneu dianteiro o maior estresse decorre da ação de frenagem e da consequente necessidade de manter a aderência sem manifestar deformação que prejudique o papel direcional em situação limite.
pneus de moto (Foto: Divulgação)
Melhor dica na hora de repor pneus é optar pelo
mesmo modelo que veio de fábrica
(Foto: Divulgação/Pirelli)
 
Dicas de compra
Uma grande aliada no progresso dos pneus de nova geração foi a introdução da sílica, que  dá aos pneus uma capacidade superior de manter a aderência sobre pisos úmidos e molhados, que era impensável antes. Sendo assim, cabe pesquisar bem antes de comprar um pneu para tentar saber se no composto esse milagroso componente está presente.

Na hora da compra, é importante dar preferência a pneus de qualidade, geralmente mais caros que os de "oportunidade". Uma boa dica – talvez a melhor de todas – é buscar manter o mesmo tipo de pneu escolhido pela fábrica como equipamento original. Ele oferecerá à sua moto o comportamento mais neutro e, por neutro, entenda o melhor compromisso entre durabilidade, performance global e segurança.

Por fim, um alerta sobre um pecado a jamais cometer, que é alterar a medida dos pneus recomendada pelo fabricante. Isso geralmente prejudica muito a dirigibilidade, encontrando apenas como justificativa – questionável – um aspecto estético melhor. Nesse caso, mais do que nunca, as aparências enganam.
 
Pneu cheio demais é um risco
Nada mais evidente para um motociclista com um mínimo de experiência do que uma moto com pneus inflados incorretamente. Cheios demais, vazios além da conta ou simplesmente em fim de vida, eles "matam" a segurança e o prazer em pilotar.
manutenção pneu moto (Foto: G1)
Pressão de mais ou de menos no pneu
prejudica desempenho (Foto: G1)

Pese o dono 50 kg ou 120 kg, a pressão recomendada pela fábrica para os pneus deve ser sempre referência. Ele geralmente é informado em adesivos situados nas proximidades da roda traseira, ou em alguns modelos sob o banco. Eventuais alterações por conta do biótipo ou preferências pessoais do condutor devem ser mínimas.

Há uma crença razoavelmente disseminada de que usar pneus abaixo da pressão recomendada aumenta a área de contato e, consequentemente, a aderência e o poder de frenagem. De fato, pneu mais vazio terá maior área de contato, mas a dirigibilidade ficará prejudicada pela maior oscilação da carcaça do pneu em relação à roda e, pior, o aumento de temperatura contribuirá para maior desgaste. Tal "crime" não compensa, a não ser em caso de utilização em pista.

Também o uso de pressão excessiva causa problemas, tornando a moto arisca e a pilotagem imprecisa pela menor capacidade de absorção das irregularidades do piso e diminuição da área de contato, responsável por desgaste anômalo da banda.

Fernando

Fonte: Motos mais potentes forçaram evolução de pneus. Saiba escolher. Agresti, Roberto. G1. Disponível em http://g1.globo.com/carros/dicas-de-motos/noticia/2013/06/motos-mais-potentes-forcaram-evolucao-de-pneus-saiba-escolher.html, acesso em 14 de junho de 2013, às 15h30


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Conheça o CRV


Olá!

O CRV (Certificado de Registro e Venda) é o documento utilizado para transferência de propriedade do veículo e deve ser apresentado ao DETRAN para efetivá-la.

Não é de porte obrigatório quando o veículo estiver em circulação.



Fernando

Fonte: DETRAN/SP

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Conheça o CRLV


Olá!

Veja abaixo um CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo) e as suas características.

Esse documento é de porte obrigatório toda vez sempre que o veículo estiver em circulação. Caso não esteja portando-o, o condutor pode ser autuado por infração ao Artigo 232 do CTB:



Fernando

Fonte: DETRAN/SP



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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Brasil terá centro para avaliar nível de segurança dos veículos


Olá!

O Brasil vai receber seu primeiro laboratório independente para aplicação dos testes de segurança de automóveis. O centro será construído no complexo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Todos os veículos, antes de terem as vendas iniciadas no mercado, precisarão passar pelos exames de colisão e verificação dos níveis de segurança, além dos testes que definem a quantidade de emissões de poluentes liberados.

Caso os modelos sejam reprovados, a comercialização será impossibilitada pelo órgão. A data de início das primeiras verificações está prevista para até 2017, ano em que os automóveis deverão cumprir com as novas normas do programa Inovar-Auto. De acordo com a regra, os veículos em circulação devem ter uma redução mínima de 12% nas emissões de poluentes em relação aos níveis atuais. A montadora que não estiver de acordo com a legislação, receberá 30 pontos percentuais extras de Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI).

Em um outro teste, os automóveis brasileiros foram taxados como impróprios para oferecer segurança aos passageiros. Os resultados tiveram como base os testes de colisão realizados pelo instituto Latin NCAP, que analisou o número de acidentes fatais no trânsito.
Os modelos nacionais que apresentaram as notas mais baixas foram, principalmente, aqueles sem airbag duplo e freios ABS.

O novo centro terá  como missão incentivar tecnologias para diminuir a fragilidade e as deficiências dos projetos nacionais. O investimento no laboratório será de R$ 100 milhões assumidos pelo governo. O montante deve ser incluído no Orçamento da União em 2014, embora a participação da iniciativa privada ainda não esteja descartada.
Fernando

Fonte: Brasil terá centro para avaliar nível de segurança dos veículos. Estado de Minas. Disponível em http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/noticias/2013/06/13/interna_noticias,47865/brasil-tera-centro-para-avaliar-nivel-de-seguranca-dos-veiculos.shtml, acesso em 13 de junho de 2013, às 14h10

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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Polícia Militar de Trânsito realiza “Operação Lei Seca” no feriado


Olá!

Campo Grande (MS) - Com a proximidade de mais um feriado prolongado, a Companhia Independente de Policiamento de Trânsito (Ciptran) intensifica a fiscalização no trânsito da Capital. A “Operação ” inicia-se hoje (12/06) à noite e termina na manhã de segunda-feira (16 de junho).

A operação acontece em diversos locais da cidade com prioridade para os pontos de grande fluxo de veículos e aglomeração de pessoas. A fiscalização tem como objetivo garantir a segurança da população, agilizar os atendimentos de trânsito e principalmente coibir as infrações decorrentes da Lei Seca. “Trabalharemos de forma intensa e rigorosa principalmente em relação à supervisão do cumprimento da Lei Seca, e a questão do condutor não habilitado”, explica o comandante da Companhia, tenente-coronel Alírio Vilassanti.

Cerca de 40 policias da CIPTRAN  com o apoio dos batalhões de áreas(1°,9° e 10°BPM)  trabalharão diariamente para garantir a segurança dos usuários da vias, priorizando o atendimento de acidentes e coibir as infrações de trânsito. “Esperamos que os condutores se conscientizem quanto às regras de trânsito, principalmente em relação ao cumprimento da Lei Seca”.

O comandante ressalta que o último dia do feriado é o mais crítico. “A volta do feriado é quando acontecem mais acidentes, oriento os condutores a redobrarem a atenção e a paciência. Somente desta forma podemos evitar tragédias no trânsito”.

A Operação da Polícia de Trânsito também irá fiscalizar o uso adequado dos dispositivos de segurança como cinto e capacete e o limite de velocidade, entre outras infrações. “Se os condutores não respeitarem as leis de trânsito serão punidos rigorosamente”, intensifica o coronel.

Fernando
Fonte: Polícia Militar de Trânsito realiza “Operação Lei Seca” no feriado. Miranda, Frederico Guimaraes. Assessoria de Comunicação - Ciptran. Disponível em http://www.pm.ms.gov.br/index.php?templat=vis&site=141&id_comp=1403&id_reg=207397&voltar=home&site_reg=141&id_comp_orig=1403, acesso em 12 de junho de 2013, às 18h30

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Paulista e Marginais do Pinheiros e do Tietê terão faixas exclusivas de ônibus


Olá!

As Marginais do Tietê e do Pinheiros ganharão faixas exclusivas de ônibus até o mês que vem e a Avenida Paulista, ainda neste ano. Condutores de carros, motos e caminhões que as invadirem vão correr o risco de tomar multa de R$ 53,20, além de receber três pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A meta da administração do prefeito Fernando Haddad (PT) é priorizar o transporte coletivo, em detrimento do individual, melhorando a velocidade média dos ônibus.

O anúncio foi feito ontem pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), no mesmo dia em que uma pesquisa divulgada pelo órgão mostrou que os índices de congestionamento têm piorado na capital paulista - isso apesar das diversas restrições de trânsito impostas pela Secretaria Municipal dos Transportes nos últimos anos, durante a gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), como a proibição aos fretados e aos caminhões na Marginal do Tietê.

O levantamento da CET foi feito com base na média de lentidão máxima no período de 14 meses antes (1.º de janeiro de 2011 a 29 de fevereiro de 2012) e 14 meses depois (5 de março de 2012 a 30 de abril de 2013) das restrições a veículos pesados na Marginal do Tietê, em vigor desde março do ano passado.
As estatísticas mostram que, no horário de pico da manhã (7h a 9h), a lentidão no trânsito da cidade piorou 11%, pulando de 76 km para 84 km. No período das 9h às 17h, os congestionamentos partiram de uma média de 74 km para 92 km - piora de 24%. Já no pico da tarde (17h a 20h), houve crescimento de 17% (de 107 km para 125 km) no trânsito travado. No mesmo horário, na marginal, a piora foi maior, de 32%, subindo de 20 km para 26,4 km.

"Temos um volume cada vez mais significativo de carros. Então é preciso preservar uma área para o transporte coletivo, para que ele tenha uma velocidade eficiente", diz Mauricio Regio, diretor de Operações da CET. Segundo ele, a faixa exclusiva da Marginal do Tietê será a primeira a entrar em operação, até julho. Ela ficará na faixa da direita, na pista local, em ambos os sentidos, entre as Pontes das Bandeiras e Aricanduva e terá, ao todo, 12,7 km (veja o mapa acima). A sinalização começa a ser feita nesta semana. "Quando estiver pronto, já vamos liberando os ônibus e, em seguida, fiscalizando", afirma.
Além dos 2,4 mil marronzinhos da CET, 690 agentes da São Paulo Transporte (SPTrans) já estão aptos a multar invasão de faixa de ônibus.

Horário de pico. A faixa exclusiva funcionará das 6h às 9h de segunda a sexta-feira no sentido Castelo Branco. Na direção oposta, da Rodovia Ayrton Senna, ela vai operar das 17h às 20h.

Na Marginal do Pinheiros, ainda estão sendo definidos os trechos em que vigorará a faixa exclusiva para os coletivos. Ela deverá abrir no mês que vem.

Já a faixa exclusiva de ônibus da Avenida Paulista, que também funcionará na faixa da direita de cada pista (hoje ocupada por faixas preferenciais, ou seja, que não rendem multa), abrirá ainda neste ano, segundo Regio. O número de linhas que circulam na via, hoje em 37, deverá cair pela metade.

Já existem 46,3 km de faixas exclusivas, criadas desde janeiro. Na semana passada, Haddad disse que esse número vai aumentar. "Até julho do ano que vem, devemos fechar os 150 km de faixas exclusivas."
Para Horácio Augusto Figueira, mestre em transportes pela USP, a medida é "boa para começar". "O horário deveria ser ampliado para todo o dia e a Prefeitura poderia usar esse mecanismo em outras avenidas, como a 23 de Maio, antes de instalar nelas os corredores de ônibus definitivos", defende.

Além das faixas, a Prefeitura promete entregar 150 km de corredores de ônibus até o fim do atual mandato.

Fernando

Fonte: Paulista e Marginais do Pinheiros e do Tietê terão faixas exclusivas de ônibus. Estadão.com.br/São Paulo. Disponível em http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,paulista-e-marginais-do-pinheiros-e-do-tiete-terao-faixas-exclusivas-de-onibus-,1040994,0.htm, acesso em 12 de junho de 2013, às 18h20

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terça-feira, 11 de junho de 2013

PRF prepara escolta de seleções para a Copa e solicita apoio da população


Olá!

Do sábado (8) até o dia 2 de julho, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realiza a Operação Copa das Confederações na Bahia. Entre moto policiamento, utilização de um helicóptero e cães farejadores, a polícia também irá contar com um scanner de veículo, equipamento utilizado para fazer uma espécie de raio-x do carro, com a finalidade de detectar drogas, armas ou quaisquer substâncias ou equipamentos ilegais.

Os agentes da PRF também serão responsáveis por escoltas de delegações como as da seleções Brasileira e da Nigéria, comissões de arbitragem que irão atuar nas partidas em Salvador, além de integrantes da Fifa e chefes de estado do Brasil e do exterior.
Durante a passagem das escoltas, a polícia informou que os cidadãos devem adotar de alguns procedimentos, listados abaixo:
1. Quando se deparar com motociclistas fechando o trânsito para a passagem de uma escolta, o cidadão deve aguardar até que toda a comitiva passe. O trânsito só será liberado após a passagem da última motocicleta da PRF.

2. Caso o agente da PRF solicite que o condutor passe por um sinal fechado, o condutor deve obedecer ao agente da PRF e, quando em local seguro, anotar o horário e o dia que passou pelo sinal vermelho para caso haja a necessidade de responder ao órgão de trânsito em caso de notificação.

3. A PRF lembra que as sinalizações dos motociclistas serão feitas com as mãos. A polícia pede que o cidadão fique atento aos agentes para evitar riscos de acidentes.


Ferrnando

Fonte: PRF prepara escolta de seleções para a Copa e solicita apoio da população. Globo.com. Disponível em http://g1.globo.com/bahia/noticia/2013/06/prf-prepara-escolta-de-selecoes-para-copa-e-solicita-apoio-da-populacao.html, acesso em 11 de junho de 2012, às 17h20

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Estudo revela o impacto do trânsito na rotina diária


Olá!


Uma pesquisa feita no Rio e em São Paulo mostra quanto tempo motoristas e passageiros desperdiçam no trânsito na ida para o trabalho e na volta para casa. Um trajeto de menos de 30 quilômetros chega a levar duas horas. E a situação pode ser muito pior.

Quanto tempo a senhora perde, em média, por dia no trânsito, indo de um lugar para o outro?


“Para ir para casa, para voltar, umas duas horas e meia, né”, diz outra mulher.

“Dependo de pegar no trabalho, seis horas, já vou chegar tarde”, conta um homem.

É difícil fugir dessa rotina. Em alguma hora do dia, quem mora na metrópole pode enfrentar um engarrafamento.

Um estudo feito recentemente no Rio de Janeiro e em São Paulo mostra como as dificuldades no trânsito das cidades grandes estão afetando a rotina das pessoas.

Pesquisadores de uma associação de defesa do consumidor resolveram testar na prática, durante três dias, o vai e vem no tráfego. Escolheram dois trajetos, um em cada cidade, nas horas de maior movimento de manhã e no final da tarde.

No Rio, o caminho foi entre a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, e o Centro: 28 quilômetros. De carro, o percurso levou cerca de uma hora e meia. E de ônibus, quase duas horas.

Em São Paulo, os pesquisadores circularam entre o Brooklin e o Centro: 14 quilômetros. A viagem durou mais tempo na volta. De carro, em torno de uma hora. E de ônibus, uma hora e 40 minutos.

“A gente estima que metade do tempo gasto no transporte público é tempo perdido no trânsito”, diz o pesquisador do Proteste Carlos Confort.

“Melhorar o transporte, o trânsito está horrível. Cada dia está mais caótico”, afirma um homem.

Um especialista explica que o plano de mobilidade urbana, criado pelo Governo Federal no ano passado, define regras para organizar melhor o sistema de transportes. Mas o plano ainda está em discussão, diz ele.

“E nós temos que pensar aí na integração entre os modais, no relacionamento entre os modais, na bicicleta, no ônibus, no metrô, no trem. Isso é uma mudança de cultura, uma mudança de paradigma para a gente. Significa que eu, você, qualquer pessoa, ela vai precisar deixar o carro em casa e utilizar o transporte público. Para isso, o transporte público tem que oferecer condições de segurança viária, de conforto, para que você tenha essa vontade”, declara o especialista em mobilidade urbana Leonardo Costanza.
 Fernando

Fonte: Estudo revela o impacto do trânsito na rotina diária. Globo.com. Disponível em http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/06/pesquisa-mostra-o-impacto-do-transito-ruim-na-rotina-das-pessoas.html, acesso em 11 de junho de 2013, às 11h10  

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